Olá ahazinhos! Hoje vou falar sobre um assunto polémico, que sempre causa discussões e decepção... pelo menos na minha casa! A busca incansável e cara do ruivo perfeito. É aquele tom acobreado, meio laranja com reflexos vermelhos e super difícil de encontrar para quem quer tingir os cabelos nesse tom, em casa. Eu por exemplo, já perdi a conta de quantas vezes comprei aquela tinta que tinha certeza que ia ficar perfeito e o resultado final não foi o esperado.
É tinta que promete e não cumpre, química demais no cabelo... enfim! Talvez algumas vezes eu até tenha conseguido o tão sonhado ruivo, mas ele sempre acabava desbotando e eu pintava novamente. Confesso que eu também seja um pouco impaciente e pintava de uma cor escura, maaas sempre me arrependia e queria voltar a ser ruiva. A única coisa que sei é que em relação a cabelo, já foi uma loonga jornada de cores, tamanhos e formas!
E infelizmente, aproveitando quero falar de algo não muito
agradável: as tintas de cabelo. Eu amo pintar o cabelo e mudar a cor,
mas ultimamente tenho andado seriamente irritada com as colorações
creme. Nunca o resultado era o esperado, mas dava para usar
tranquilamente, já que não ficava tão ruim.
Vão aí algumas fotinhas das minhas tentativas de ruivo:
Mas ontem, enquanto usava a coloração creme da Biocolor, número
7.44, foi a gota d'água. O nome da coloração é louro médio acobreado
inteso (sim, inteso, é o que está escrito na caixa), com um ruivo quase
natural na foto de capa. As cores ao lado da caixa, onde mostra como
ficará a cor, também mostram um ruivo natural. Meu cabelo estava louro
médio, com um pouco de raiz.
Mas o resultado final não foi feliz,
mas na verdade, revoltante! Durante a coloração, todos viram que havia
algo de errado. A mistura de início estava rosa salmão, mas aos poucos
foi escurecendo, e quando aplicada nos meus cabelos, estava rosa pink.
Fiquei preocupada, mas tentei manter a calma, já que sempre tem uma
corzinha estranha. Mas ao retirar a coloração do cabelo, o resultado foi
um vermelho vivo, quase em chamas. Eu queria ser chamada de cenourinha,
não de mula sem cabeça, que no folclore brasileiro, solta fogo pelo
pescoço. Sabia que era louro médio acobreado
inteso, mas não sabia que era tanto assim! Traumatizei.
E nessa última tentativa, como diz minha mãe, consegui meu sonho de criança: ser chamada de Ariel. (Como eu amava aquela sereia!)
Poxa, eu só queria aquele ruivinho natural!